Em julho de 2026, o PREVCOM MT apresentou rentabilidade de 1,09%, superando a meta do período, de 0,47%. O resultado foi favorecido, principalmente, pelas exposições em ativos atrelados ao CDI, que mantiveram desempenho consistente diante do cenário de juros elevados.
O segmento de crédito privado, que representa 13,6% da carteira, apresentou rentabilidade de 1,26% no mês. Entre os destaques positivos, observou-se a retomada dos fluxos para fundos de crédito privado, sinalizando uma melhora na percepção dos investidores em relação à classe e contribuindo para um ambiente mais favorável para esses ativos.
Os investimentos em crédito privado abrangem títulos emitidos por instituições financeiras e empresas privadas, de capital aberto ou fechado. Entre os principais instrumentos estão as debêntures, as letras financeiras e os certificados de depósito bancário (CDBs). Por meio dessas emissões, as empresas captam recursos para financiar projetos, investimentos e necessidades operacionais.
Esses ativos podem integrar as carteiras dos diferentes planos de benefícios, contribuindo para a busca de retornos mais atrativos, sempre em equilíbrio com os riscos assumidos. Para isso, as aplicações estão sujeitas a limites máximos de concentração por emissor, definidos de acordo com sua classificação de risco de crédito (rating), de forma a manter a exposição compatível com o nível de risco de cada emissor.
Os investimentos em ações brasileiras apresentaram rentabilidade de 2,41% em julho, abaixo do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, que avançou 3,47% no mês, interrompendo uma sequência de quatro meses de queda. A alta do mercado foi impulsionada, principalmente, pela valorização do petróleo e pelo desempenho positivo da Petrobras.
Os investimentos no exterior, que representam 0,5% da carteira, apresentaram rentabilidade de 1,81% em julho. Os recursos estão alocados em um fundo que acompanha as bolsas dos países desenvolvidos, tendo como referência o MSCI World, que avançou 0,46% no mês, sustentado principalmente pela resiliência do mercado norte-americano e pelo desempenho de empresas dos setores de tecnologia, comunicação e consumo.




